Strategic alliances and sustainable coffee production: the shaded system of baturite state of Ceara – Brazil
International Food and Agribusiness Management Review, Vol 6 Iss 2, 2003. https://www.ifama.org/publications/journal /
Author: Maria Sylvia Macchone Saes, Maria Célia M. Souza ; Malimiria N. Otani
Marketing and Network Contracts (Agreements)
Journal on Chain and Network Science. Volume 3, Number 1 / June 2003. Pages 7-19 http://www.wageningenacademic.com
Quebras contratuais e dispersão de sentenças
Revista Direito GV, V. 7, N. 1, Jan-jun 2011. ISSN 1808-2432. www.fgv.br/direitogv
Autores: Christiane Leles Rezende e Decio Zylbersztajn
Resumo: O problema que motivou este estudo foram as quebras contratuais por parte dos produtores rurais geradas pela expressiva alta dos preços da soja e as conseqüentes disputas judiciais. Foram realizadas análises descritivas e econométrica utilizando 161 Apelações do Tribunal de Justiça de Goiás e uma pesquisa quantitativa com 70 produtores rurais. O estudo considera a hipótese de que a instabilidade gerada a partir das decisões judiciais eleva custos de transação e afeta as decisões dos agentes privados. Foi constatada larga dispersão entre decisões de primeira e segunda instância, bem como entre Câmaras Cíveis do TJ. Os agentes econômicos relataram que alterações nas estratégias de suprimento foram centradas no aumento da exigência de garantias e redução do número de contratos. O conceito de função social do contrato está associado à elevação da instabilidade. Maiores custos de transação decorreram, bem como a adoção de sanções econômicas por parte dos agentes privados.
Explorando soluções internacionais: o caso dos frigoríficos brasileiros
Artigo Apresentado em Congresso – 2008
Daniela Maria Pozzobon
Resumo: Este artigo compreende um estudo das abordagens de internacionalização praticadas pelos frigoríficos brasileiros sob as teorias econômicas, tendo como objetivos: (i) analisar: os modos de entrada no exterior; os motivos econômicos de internacionalização sob o impacto dos diferentes ambientes institucionais; o grau de diversificação ou especialização possibilitado pelos investimentos realizados no exterior; como a coordenação da firma é organizada no exterior; (ii) verificar a aderência dos processos de internacionalização dos frigoríficos brasileiros com as teorias econômicas de internacionalização. As principais conclusões foram de que os processos de internacionalização dos frigoríficos brasileiros corroboram não só a teoria econômica de Dunning (1993), que sugere a busca de mercados, ativos, recursos e eficiência; e o Paradigma Eclético (DUNNING, 1980), que alude para a busca de três tipos de vantagens: propriedade, localização e internalização, principalmente, mas também confirmam as teorias de Hymer (1968), Aliber (1970), McManus (1972), Knickerbocker (1973), Buckley e Casson (1976), Grahan
Planejamento e gestão estratégica do sistema agroindustrial do leite no Estado de São Paulo
Relatório de Projeto – 2008
Autores: Everton Molina Campos, Marcos Fava Neves
Pesquisa sobre o perfil do produtor de café do Brasil
Relatório de Projeto – 2008
Autora: Maria Sylvia Macchione Saes
Pacta sunt servanda? quebra dos contratos de soja verde
Tese de Doutorado – 2008
Autora: Christiane Leles Rezende
Resumo: O desenvolvimento do complexo agroindustrial da soja no Brasil deu-se, em parte, como decorrência do surgimento de formas alternativas de crédito, tal como a venda antecipada de soja por meio de contratos. O problema que motivou este estudo foi decorrente das quebras contratuais por parte dos produtores rurais em um momento de expressiva alta do preço e suas conseqüentes disputas judiciais. Foram realizadas análises descritivas e econométricas (PROBIT) sobre 161 decisões judiciais do Tribunal de Justiça de Goiás e uma pesquisa quantitativa com 70 produtores rurais. O estudo tem como hipótese central que o ambiente institucional deficiente eleva custos de transação e reduz o desenvolvimento econômico. Os testes realizados entre decisões judiciais de primeira e segunda instância (Apelação) indicaram larga dispersão, bem como entre decisões no mesmo nível: em comarcas do interior alguns resultados foram 100% favorecendo a manutenção dos contratos e outros exatamente o contrário. Da mesma forma, a análise das decisões de Apelação revelou a diversidade de entendimento das turmas julgadoras entre as Câmaras Cíveis. No entanto, a probabilidade de o contrato ser mantido aumentou ano após ano e uma das variáveis significantes foi a primeira decisão do STJ sobre esse conflito, favorável à manutenção dos contratos. Os impactos das decisões jurídicas no ambiente econômico podem ser percebidos, como a maior exigência de garantias e a redução do número de contratos. Os produtores que não quebraram seus contratos também foram negativamente afetados com as novas estratégias adotadas pelas empresas compradoras de soja. As empresas ficaram receosas de negociar, uma vez que não puderam contar com a segurança jurídica de que o contrato seria cumprido. O uso do conceito de função social dos contratos gera neles um alto grau de instabilidade, portanto, os custos de transação aumentaram para todos os agentes, bem como a importância de sanções econômicas.
Estratégias de diferenciação e apropriação da quase-renda na agricultura: a produção em pequena escala
Tese de Livre Docente – 2008
Autora: Maria Sylvia Macchione Saes
Resumo: A questão que norteia esse trabalho é se existem estratégias factíveis e sustentáveis que possibilitem reverter a queda da renda agrícola dos produtores de pequena escala. Para respondê-la, a primeira parte desta tese aborda a literatura que discute como os empresários escolhem estratégias que criam e capturam valor, com o objetivo de apresentar um modelo de análise de diferenciação no segmento rural. São abordadas quatro diferentes linhas teóricas, a saber: (a) Análise de Posicionamento Estratégico (APE), que defende que as firmas obtêm vantagens competitivas sustentáveis (VCSs) ao criar barreiras à entrada (economias de escala, escopo e diferenciação) contra concorrentes efetivos e potenciais nos mercados consumidores; (b) Visão Baseada em Recursos (VBR), que argumenta que as empresas adquirem e mantêm VCSs, ao identificar, desenvolver e enfatizar seus recursos internos, de forma que seus competidores não possam imitá-las; (c) Economia dos Custos de Transação (ECT), que atribui a criação de valor à redução de custos de transação por meio de estruturas de governança que permitam melhor coordenação entre os agentes, ou que possibilitem explorar, mediante a redefinição de direitos de propriedade, atributos antes inexplorados dos bens; e (d) Teoria dos Lucros de Knight (TLK), que explica o surgimento de rendas a partir da capacidade subjetiva de julgamento do empreendedor em um mundo de incerteza e desequilíbrio. Observa-se que todas as quatro teorias apresentadas assumem uma visão parcial de como as firmas podem criar e capturar valor e defende-se a integração dessas abordagens como forma de prover um instrumental teórico que permita um melhor entendimento das VCSs. A partir do modelo proposto são examinadas quatro experiências estratégicas adotadas no sistema agroindustrial de café, divididas três categorias: (a) Interdependência conjunta, que apresenta o foco estratégico de criação de valor em exportação direta de café de boa qualidade da Cooperativa Regional de Cafeicultores Guaxupé (Cooxupé); (b) Interdependência seqüencial, que examina a estratégia de marca de café de qualidade da torrefadora illycaffè. (c) Interdependência recíproca, em que são analisados dois casos: a experiência dos produtores de Baturité e a dos de Poço Fundo, ambas com ações de produtores com vistas a agregar valor ao café a partir do mercado de cafés sustentáveis. Como resultado, observa-se que a estratégia que obteve maior resultado em termos de representatividade (número de produtores) é a com foco em escala e escopo na comercialização de cafés diferenciados. Outro achado interessante é que a relação entre o segmento rural e o setor à jusante está ocorrendo sob novos parâmetros, tanto no que diz respeito à qualidade da bebida como a questões de sustentabilidade. Tais parâmetros têm refletido em ganhos em termos de renda para o produtor. O mercado de cafés certificados como sustentáveis no mercado internacional produz o resultado de cartel, com incremento dos preços para os produtores. Por fim, a estratégia de criação de marca no segmento rural que apresenta maior possibilidade de apropriação de valor é também a de maior complexidade e os seus resultados ainda não estão consolidados no caso apresentado.
Ambiente institucional e contratos de crédito agrícola: três estudos críticos
Tese de Doutorado – 2008
Autora: Luciana Florêncio de Almeida
Resumo: A presente tese objetivou analisar a questão do financiamento da produção agrícola à luz dos preceitos da Nova Economia Institucional, por meio do entendimento de que os contratos de crédito agrícola são formas híbridas de governança em resposta à complexidade das relações que ocorrem na cadeia agroindustrial e ao ambiente institucional vigente (regras do jogo). As pesquisas conduzidas para esta tese diferem da abordagem da economia tradicional que analisa a transação de crédito de forma isolada, focalizando aspectos da precificação do crédito e considerando um mundo em que os custos de transação são nulos. A análise desenvolve-se em três estudos críticos do sistema de financiamento da produção agrícola. Os dois primeiros estudos constituem pesquisas qualitativas exploratórias na medida em que buscam compreender as regras do jogo do financiamento agrícola por meio da coleta de percepções dos agentes econômicos atuantes. O primeiro estudo permitiu evidenciar três aspectos institucionais que afetam a forma como os agentes transacionam. O primeiro aspecto diz respeito à evolução dos contratos como resposta a três desafios centrais: i) a retirada gradual do recurso controlado pelo governo; ii) a conseqüente entrada de empresas privadas no mercado de crédito por meio do trade credit e iii) a necessidade de adaptar o contrato de crédito às incertezas judiciais e à ausência de um sistema consolidado de seguros agrícola e de crédito. O segundo aspecto refere-se aos sistemas de informações sobre tomadores e o registro de garantia, que não conferem segurança ao credor dada à descentralização dos órgãos de registro de garantias e a inexistência de um sistema que centralize informações sobre os contratos de crédito rural e esteja disponível a todos os credores. Por fim, o terceiro aspecto remete ao recorrente processo de renegociação das dívidas agrícolas. Os agentes reagem, negativamente, ao endividamento o que acarreta prêmios de risco nas taxas de juros, presença de filtros criteriosos para a seleção de tomadores e requisição de garantias reais acessórias aos contratos de crédito. Por outro lado, ainda que os problemas persistam, os agentes reagem para reduzir as incertezas por meio do compartilhamento de riscos em arranjos contratuais interdependentes. As evidências desse estudo conduziram a indagações sobre o funcionamento das formas contratuais existentes para o financiamento agrícola no Brasil. Uma vez que as transações são afetadas pelas regras do jogo do ambiente institucional, objetivou-se estudar os arranjos em um mercado de crédito desenvolvido a fim de realizar análises comparadas. Dessa forma, o segundo estudo permitiu uma investigação sobre os arranjos para financiamento agrícola no Brasil e nos Estados Unidos. Notou-se, nos dois países, uma multiplicidade de arranjos híbridos caracterizados pela interdependência entre os agentes e as incertezas relativas à transação. O estudo evidenciou, ainda, as percepções dos agentes econômicos sobre o funcionamento dos contratos nesses mercados. No Brasil, a percepção de um sistema jurídico fraco para recuperação do crédito associado a sistemas de informação descentralizados, faz com que os agentes credores se previnam ex ante por meio da adoção de salvaguardas contratuais e do uso de mecanismos para a seleção dos tomadores de menor risco. Nos EUA, a funcionalidade dos sistemas judiciais e a existência de sistema de informação centralizados a que todos os credores têm acesso acarretam em um mercado de crédito desenvolvido em que os contratos são cumpridos. Ambos os estudos contribuíram para formular hipóteses sobre os determinantes do financiamento agrícola. Tais hipóteses são testadas no terceiro estudo por meio de modelo econométrico aplicado a uma base de dados coletada com 107 produtores de soja no Brasil. Os resultados demonstraram que o tamanho da propriedade é um elemento determinante nas transações de crédito entre produtores e agentes da cadeia agroindustrial. O relacionamento com banco público e a safra futura dada em garantia pelo produtor não se mostraram elementos relevantes na análise dos determinantes dos arranjos contratuais.
Coordenação do sistema agroindutrial da carne bovina: determinantes dos arranjos contratuais entre produtores e processadores no Uruguai
Dissertação de Mestrado – 2007
Autor: Mario Mondelli
Resumo: Quais os determinantes da escolha do arranjo contratual nas transações entre produtores e processadores de carne bovina no Uruguai? A pergunta problema se insere no estudo dos mecanismos de coordenação associados ao problema do controle da produção para dar respostas às novas preocupações e demandas dos consumidores. A coordenação do sistema agroindustrial (SAG) da carne bovina uruguaia adquire maior relevância, não apenas para dar garantias de produtos seguros e com atributos específicos de qualidade aos consumidores, mas também para reagir rapidamente frente a mudanças e para explorar as oportunidades que o acesso a mercados de alto valor oferece (exporta-se 75% da produção). Coexistem diversos arranjos contratuais, dentre os quais o arranjo direto e via intermediário são os dominantes. Abordagem teórica: Economia dos Custos de Transação que focaliza a compreensão dos motivos que explicam a emergência e adaptação de arranjos contratuais em resposta aos desafios de ganhos de eficiência “economizando” nos custos de realização das transações entre os agentes econômicos. Método: Foram analisadas as mudanças no ambiente institucional e organizacional nos mercados finais e no Uruguai; as novas oportunidades e estratégias no SAG da carne bovina; e o SAG uruguaio desde o consumo à produção. De modo particular, analisou-se a transação produtor-processador no que se refere aos arranjos contratuais existentes e às dimensões da transação (especificidade dos ativos físicos e humanos envolvidos na produção e processamento, locacional, freqüência e incerteza). Foram identificados os determinantes da escolha dos arranjos contratuais dominantes (direto e via intermediário). Por último realizou-se um teste estatístico das relações causais identificadas com painel de dados do total das transações realizadas no Uruguai (77.000 transações, 2004/2005). Resultados: Encontrou-se relação estatisticamente significativa entre a escolha do arranjo contratual na transação produtor-processador e os determinantes identificados. Uma transação tem maior probabilidade de se alinhar com o arranjo contratual direto (mais coordenado) quanto maior o grau de especificidade dos ativos envolvidos na produção e processamento do produto transacionado (ex.: novilhos precoces), quanto menor a distância entre o produtor e o processador, e quanto maior a freqüência das transações entre as partes envolvidas. O arranjo contratual direto facilita a coordenação das transações que envolvem produtos com atributos de maior qualidade. Os intermediários apresentam vantagens em transações de produtos genéricos (menor grau de ativos específicos) e com baixa freqüência de transação entre o produtor e processador envolvido. A busca por qualidade envolve investimentos específicos na produção e processamento e, em conseqüência, maior dependência bilateral entre os agentes dessas atividades. A dinâmica do SAG e o negócio da carne bovina dependem de dois conjuntos de produtos -baixa e alta qualidade- ligados a mercados diferentes. O subsistema que orienta as estratégias na busca de produtos de maior qualidade envolve arranjos mais coordenados. Do presente trabalho decorrem implicações para os atores do SAG e para as políticas públicas setoriais em torno a uma “estratégia país” com foco em produtos cárnicos de alta qualidade e valor.
Gestão de créditos de carbono: um estudo multi-casos
RAUSP. Revista de Administração da Universidade de São Paulo, vol. 42, n. 2, abril/junho de 2007. www.rausp.usp.br
Autores: Marco Antonio Conejero, Marcos Fava Neves
Resumo: O Protocolo de Quioto foi ratificado em fevereiro de 2005 e, com isso, um mercado que vinha caminhando sem regras formais, contando com o pioneirismo de algumas empresas interessadas em aprender a lidar com essa nova commodity e preocupadas com a sua imagem corporativa, passou de fato às vias da formalidade. Assim, uma vez estabelecido o arcabouço institucional do mercado de Reduções Certificadas de Emissões (RCEs), torna-se interessante estudar, com base na Economia dos Custos de Transação (ECT), como os custos de transação induziram modos alternativos de governança, particularmente os contratos entre empresas proponentes de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e os canais de comercialização constituídos por organizações multilaterais. Para tanto, utilizou-se na pesquisa aqui relatada o método do estudo multicasos para a coleta de informações privadas sobre quatro transações de RCEs, e de seus respectivos contratos, entre empresas brasileiras e uma organização multilateral, o Banco Mundial. Um dos resultados obtidos foi que, diferente das relações via mercado, as empresas brasileiras se beneficiaram – quanto à redução dos custos de transação – da transação de RCEs (via contrato) com o Banco Mundial, já que ele exerce todas as funções de um típico canal de distribuição, exceto a de aquisição dos direitos de propriedade sobre os créditos.
Agricultura de mínimos e de máximos
Artigo Publicado em Jornal – 2007
Autores: Decio Zylbersztajn, Matheus Kfouri Marino
The determinants of capital structure choice for soybean production in Brazil
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In search of cooperative governance: a brazilian agricultural co-op case study
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Estratégias para mitigação de riscos pós-contratuais: estudo dos contratos de crédito agrícola
Artigo Apresentado em Congresso – 2007
Autora: Luciana Florêncio de Almeida
Resumo: A despeito do risco associado à natureza da atividade agrícola e a existência de mercados incipientes tanto para o seguro rural quanto para derivativos agrícolas, o crédito agrícola sofre dos mesmos estrangulamentos de oferta que os demais mercados de crédito no Brasil. Neste cenário, os contratos assumem o papel de mecanismos equalizadores dos riscos pré e pós-contratuais intrínsecos à transação de crédito aos produtores rurais. O estudo dos contratos como formas híbridas de governança tem pautado a nova geração de pesquisas que gravitam no arcabouço teórico da Nova Economia Institucional. Alinhando-se ao desafio desta linha de pesquisa, o presente artigo objetivou analisar os contratos de crédito agrícola, especificamente os mecanismos para mitigação dos riscos pós-contratuais, associados ao custeio da safra de soja brasileira. O estudo permitiu concluir que diante da percepção de um sistema jurídico fraco para recuperação do crédito, os agentes credores se previnem ex-ante por meio da adoção de salvaguardas contratuais e o uso de mecanismos para seleção dos tomadores de menor risco. Os resultados encontrados coadunam-se com a teoria de Williamson (1996) sobre contratos e os estudos de Djankov et al (2004) sobre papel do judiciário na alocação do crédito.
A custumer service design case study: insights on customer loyalty in the Brazilian food sector
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Channel coordination: an analysis of agent´s economic and noneconomic satisfaction
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Marketing of carbon credits: an empirical research
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Marketing de créditos de carbono: um estudo exploratório
Dissertação de Mestrado – 2006
Autor: Marco Antonio Conejero
Resumo: O Protocolo de Quioto foi ratificado em Fevereiro de 2005 e com isso um mercado que vinha caminhando sem regras formais, contando com o pioneirismo de algumas empresas interessadas em aprender a lidar com esta nova commodity e preocupadas com a sua imagem corporativa, passou de fato às vias da formalidade. Assim, uma vez que o mercado de Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) possui um arcabouço institucional estabelecido, é interessante estudar com base na Economia dos Custos de Transação (ECT), como os custos de transação induziram modos alternativos de governança, em particular os contratos entre empresas proponentes de projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) e os canais de comercialização constituídos por organizações multilaterais. E esse estudo, conforme as recomendações de Williamson (1993; 1991; 1985), foi feito analisando as características das transações em termos de especificidade de ativos, freqüência e incerteza, dados os pressupostos comportamentais dos agentes (racionalidade limitada e oportunismo). Para tanto, a pesquisa lançou mão do método do estudo de caso para obter informações privadas sobre as transações de RCEs, e seus respectivos contratos, entre as empresas brasileiras e uma organização multilateral, o Banco Mundial. Um resultado é que, diferente das relações via mercado, as empresas brasileiras se beneficiaram – em termos de redução dos custos de transação – da transação de RCEs (via contrato) com o Banco Mundial, já que este exerce todas as funções de um típico canal de distribuição, exceto a de aquisição dos direitos de propriedade sobre os créditos.
Grupo Carrefour: coordenando ações para a exportação de uvas de mesa do vale do São Francisco
Estudo de Caso 2005
Autores: Flávia Mori, Martin Jayo, Maria Sylvia Saes, Elizabeth Farina
Brascan: how to capture value in the beef chain
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Proposta de um sistema de análise da captura de valor nos canais de distribuição com base nos fluxos de marketing
Dissertação de Mestrado – 2005
Autor: Marcos Fava Neves
Resumo: Este trabalho desenvolve um levantamento dos principais aspectos relacionados à gestão e planejamento dos canais de distribuição e seu desenvolvimento como sistemas verticais de marketing, sendo sua gestão uma possível fonte de vantagem competitiva para a empresa. O objetivo do trabalho foi propor um sistema de análise da captura de valor nos canais de distribuição com base nos fluxos de marketing, a partir de levantamento bibliográfico e do estudo de alguns modelos, teorias e sistemas que consideram a execução dos fluxos de marketing e agregação de valor como determinantes do nível de serviços do canal. Os tópicos abordados foram a importância dos canais de distribuição e dos intermediários no processo de trocas, as produções de serviços e os fluxos de marketing desempenhados pelos membros do canal, a estrutura e a eficiência dos canais de distribuição, as questões de poder e conflito que envolvem os relacionamentos interorganizacionais e a agregação e captura de valor nos canais de distribuição. O sistema foi desenvolvido para servir como ferramenta no processo de planejamento de canais e utilizou o referencial e autores clássicos a respeito do tema proposto e contempla as seguintes etapas: (1) ponderação e pontuação dos fluxos de marketing para o canal e a divisão das atividades entre os membros do canal para cálculo da participação normativa nos lucros do canal; (2) levantamento de informações de custos e margens brutas dos membros de canal para comparação da participação real nos lucros do canal com a participação normativa; e (3) análise dos resultados e implicações para gestão e planejamento dos canais de distribuição. O sistema proposto foi, então, aplicado em duas empresas, uma no segmento alimentação animal e outra no mercado de bens de consumo alimentares, com foco nos canais estruturados para atendimento a varejistas. Pôde-se com essa aplicação verificar algumas vantagens e limitações do sistema como ferramenta para análise e planejamento dos canais de distribuição. Desse modo, apresentou-se como resultado um sistema de análise e avaliação de canais que pode ser utilizado por qualquer empresa com canais convencionais de distribuição, sendo que, em alguns casos, pode ser necessário algum ajuste ou adaptação às especificidades da empresa ou do setor.
Cadernos Universidade do Café – Vol II
Cadernos Universidade do Café – 2005
Editores Técnicos: Samuel Ribeiro Giordano, Christiane Leles Rezende
Cadernos Universidade do Café – Vol. I
Cadernos Universidade do Café – 2003
Editores Técnicos: Samuel Ribeiro Giordano, Christiane Leles Rezende
Los sistemas de aseguramiento de origen y calidad en lãs carnes vacunas argentinas
Working Paper – 2005
Autor: Hernán Palau
Informe coyuntural: la miel argentina en el mundo
Working Paper – 2005
Autores: Fernando Mogni, Héctor Ordóñez, Hernán Palau
The food industry in Brazil and in the U.S: the effects of FTAA on trade and investments
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Modeling produce procurement and merchandising strategies of traditional retailers in the face of competition with supermarkets in the São Paulo Region
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Managing business network and buyer-supplier relationship: how information obtained from the business network affects trust, transaction specific investments, collaboration and performace in the dutch potted plant and flower industry
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Estratégias nos canais de distriubuição de ovos: análise dos arranjos institucionais simultâneos
Dissertação de Mestrado – 2004
Autor: Fabio Matuoka Mizumoto
Resumo: A pesquisa explora as razões que levam as firmas a manterem arranjos institucionais simultâneos como estratégia de distribuição e escolha de seus canais. As análises são focadas nos arranjos institucionais, que determinam como os agentes envolvidos cooperaram no desenvolvimento de uma determinada atividade, neste caso, na distribuição de ovos. A Economia dos Custos de Transação e a Teoria de Competências Dinâmicas formam o principal arcabouço teórico utilizado neste estudo para analisar os mecanismos de escolha e desenho dos arranjos institucionais. A definição desse arranjo institucional deriva-se da estrutura de governança proposta por Williamson (1985), adicionada de outros incentivos e consideradas as competências dinâmicas definidas por Teece et al (1997). Foram formuladas hipóteses para orientar o trabalho empírico com base na literatura sobre múltiplos arranjos institucionais em redes de franquias, em sistemas agroindustriais e em canais de distribuição. O desenvolvimento da pesquisa aplicada consistiu de três estudos de caso. A seleção das firmas foi pautada na diversidade de origem da empresa, de seu foco de atuação e de sua escala de operação, com o objetivo de garantir uma relevância qualitativa aos casos apresentados. A análise do perfil das firmas e do seu ambiente competitivo e institucional permeou os estudos de caso. Destaca-se a perspectiva histórica adotada na condução dos casos, em atendimento à abordagem de competências dinâmicas, conciliada com os conceitos de custos de transação. Foram apontadas possíveis explicações para o estabelecimento de arranjos institucionais em múltiplos canais de distribuição. O problema da assimetria de informações, que é apontada como uma das razões na literatura sobre múltiplos arranjos institucionais, permeou os casos apresentados nesta pesquisa. O aproveitamento de externalidades positivas entre os arranjos ao longo do tempo, contribuição deste estudo, soma-se ao conjunto de explicações da literatura. As duas abordagens teóricas propostas complementam-se na análise das estratégias nos canais de distribuição, que segue a racionalidade de maximização de valor neoclássica.


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