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ESTUDOS DE CASO SOBRE INOVAÇÃO NA CAFEICULTURA BRASILEIRA 2016

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Baixe aqui o relatório com os estudos de caso sobre inovação na cafeicultura brasileira realizados ao longo do ano de 2016 como parte das atividades da universidade do café Brasil.

Estudos de caso sobre inovacao na cafeicultura brasileira 2016

Cadernos Universidade do Café – Vol. 8 – 2016

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É com muita satisfação que lançamos a edição número 8 dos Cadernos Universidade do Café. Esta edição tem um significado especial, pois reúne um conjunto de trabalhos gerados pela Universidade do Café Brasil de 2013 a 2015, são eles:
– Possibilidades de diferenciação na produção de café e o comportamento do consumidor;
– Direcionadores de mudança na cafeicultura: Passado, presente e desafios futuros;
– Avaliação de riscos de contaminação do café por agrotóxicos
– Estratégias Contratuais de Suprimento de Cafés de Qualidade

Para acessar a publicação completa  clique no link: Cadernos-UDC-Brasil-2016

ILLYCAFFÈ E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO NO BRASIL

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Illycaffé e os desafios do crescimento no Brasil – 2002
Autores: Marcos Fava Neves Maria Sylvia M. Saes Christiane Leles Resende
Link para download da publicação Case_illy_2002

Estudo de Caso ILLYCAFFÉ

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Estudo de Caso Illycaffé Coordenação em busca de qualidade A arte e a ciência do café espresso – 1995
Autor: Prof. Dr. Decio Zylbersztajn Supervisão: Profa. Dra. Elizabeth M. M. Q. Farina

Link para download da publicação Case Illy_1995

 

Seminários Empresariais do Pensa: “A visão urbana sobre o novo agronegócio”

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tejon

“A visão urbana sobre o novo agronegócio”

Por Antonio Carlos Lima Nogueira

O professor, escritor e palestrante José Luiz Tejon Megido apresentou um estudo de percepções dos habitantes de cinco capitais brasileiras sobre o agronegócio. Trata-se do resultado mais recente de um conjunto de investigações sobre o tema que ele vem realizando na última década, com o apoio de empresas e entidades do setor e principalmente no Núcleo de Estudos do Agronegócio, da Escola Superior de Propaganda e Marketing.

 

O objetivo desse esforço é destacar o papel do marketing para os agentes do agronegócio brasileiro, por meio da identificação do posicionamento desse setor junto à população e assim orientar as estratégias privadas que possam sustentar a atividade nos diversos mercados. Nessa pesquisa, pode-se destacar nos resultados que 89% dos respondentes concordam que o agronegócio brasileiro pode alimentar o mundo. Outro dado relevante é que 83,5% concordam que o agronegócio significa o motor da economia do Brasil. Os resultados indicam que não existe o temor da falta de alimentos pela população urbana.

 

A pesquisa indicou que o tema do agronegócio não ocupa o topo das preocupações da população, mas o setor é considerado importante para as cidades, os estados e o país. Aparentemente as pessoas da cidade gostariam de ter mais informações sobre o campo, que representa a origem de muitas famílias. Tejon considera que a expressão “agricultura familiar” pode ser considerada uma “marca” estabelecida e valorizada pelo público urbano.

 

Entretanto, essa imagem positiva parece não ser explorada pelos agentes do agronegócio, que não conseguem estabelecer estratégias coordenadas para melhorar o desempenho global do setor. Segundo o palestrante, o problema parece estar na falta de percepção das tendências de consumo pelas lideranças mais tradicionais do setor, assim como na falta de consenso entre elas. Para explorar o potencial da imagem positiva do setor, os agentes devem promover um processo de comunicação contínuo para gerar resultados. É preciso ter um projeto de comunicação de longo prazo para criar conscientização, com orçamentos definidos.

 

Uma das tendências clara no comportamento dos consumidores é a busca pela origem dos alimentos. Grandes corporações já perceberam essa tendência, mas foi citado um exemplo de empreendedorismo na Espanha ligado ao tema. Neste caso, empreendedores voltam ao campo e identificam uma antiga variedade de trigo com atributos diferenciados para a produção de cerveja. Em seguida fomentam a produção dessa variedade com agricultores da região e iniciam a produção da cerveja artesanal. Tejon propõe o conceito de “agrossociedade”, para ele mais amplo que o de agronegócio. Apresenta como exemplo a cidade Lucas do Rio Verde (MT), que integrou atividades econômicas com o desenvolvimento sustentável.

 

A palestra provocou a discussão de outros temas propostos pelos debatedores. O professor Samuel Ribeiro Giordano alerta para a falta de interesse das novas gerações com o mundo rural. Para ele estamos em uma nova fase do desenvolvimento rural, no qual percebe-se a perda do valor estratégico da terra como fator de produção. A tecnologia se tornou mais relevante que o trabalho e a terra na agricultura. Destaca que 49% do financiamento no agronegócio ainda é feito com recursos privados. Indica algumas questões relevantes para o agronegócio. Quais serão os modelos de produção no futuro? Podemos prever o crescimento das corporações agrícolas e esvaziamento das populações rurais? Quais são as entidades que podem promover um debate sobre o futuro do agronegócio?

 

O professor Decio Zylbersztajn revela o empobrecimento do debate sobre a questão agrária no Brasil, em especial sobre o papel da agricultura familiar. Para ele, o esvaziamento do campo é uma tendência no Brasil e no Mundo. O agronegócio global passa por grandes transformações e novas tendências de consumo e produção. Ele cita alguns exemplos. O primeiro é o movimento de slow food, que busca promover a melhoria da experiência do consumidor, em oposição ao fast food. Outra tendência é o mercado de produtos orgânicos, que apresenta crescimento consistente, mais ainda enfrenta problemas de garantias de origem para o consumidor. Observa-se também a expansão da metropolitan agriculture, que consiste na ocupação de espaços urbanos para produzir alimentos.

 

Pode-se perceber também movimentos de promoção da produção local, utilizando o indicador food miles, da distância percorrida pelo alimento até o consumidor. Apesar da racional e desejável, a adoção os produtos locais pelos consumidores depende da mudança de hábitos, segundo o professor. Não se pode desprezar a atração das cidades para os agricultores e por isso parece pouco viável tentar manter o jovem no campo a qualquer custo. Os possíveis caminhos para viabilizar as atividades rurais envolvem a criação de instituições que favoreçam a criação de negócios no campo e os investimentos em tecnologias de conectividade para o monitoramento de sistemas produtivos à distância.

 

As relações entre os mundos urbano e rural parecem estar passando por profundas transformações, conforme se observa pelas discussões descritas brevemente nessa resenha. Essas relações podem evoluir com a inovação tecnológica, gerencial e de comunicação no agronegócio, mas existe uma predisposição positiva do público urbano em relação ao mundo rural. Cabe aos líderes do agronegócio aprofundar esses temas e buscar ações estratégicas para promover o desenvolvimento do setor.

 

Entrevista Prof. Decio Zylbersztajn – Questões Indígenas

Postado por em 08:52 hrs. em Periódicos Científicos | 0 Comentários

Entrevista Prof. Decio Zylbersztajn – Questões Indígenas
Entrevista Canal Rural – Bom dia Campo – 24/10/2013 Acompanhe a entrevista do Professor Decio Zylbersztajn sobre  questões indígenas, ele fala sobre as possíveis implicações da audiência sobre a área indígena Raposa Serra do Sol, realizada nessa quarta, e salienta a importância de um olhar diferente sobre as necessidades das comunidades indígenas.

Qual o preço das sementes?

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Artigo Publicado no jornal Estado de São Paulo – 02 de março de 2013
Autor: Decio Zylbersztajn
Quando compramos um produto, escolhemos, pagamos e consumimos. Não é o caso do que ocorre com agricultores quando compram sementes. Desde a adoção das sementes híbridas, na década de 1930, até a chegada da transgenia, a semente tem sido o vetor que condiciona as demais tecnologias agrícolas.

Mudanças legais contribuíram para incentivar a pesquisa privada em genética vegetal. A definição do direito de propriedade intelectual sobre a inovação contida na semente motivou investimentos, antes restritos às sementes híbridas, que carregam uma proteção natural que condiciona o agricultor a adquirir o insumo a cada safra.

O avanço da genética clássica, a biotecnologia e o marco legal da Lei de Proteção de Cultivares transformaram o setor sementeiro no mundo. O desenvolvimento tecnológico resultou dos investimentos privados e públicos em pesquisa, incentivados pela possibilidade de cobrança pelo atributo inovador contido na semente. Na ponta do consumidor de alimentos, observa-se que a biotecnologia ganhou reação adversa em muitos mercados, resultado da falta de cuidado com a comunicação sobre transgenia, na fase inicial de sua introdução.

O agrônomo Antonio Secundino de São José, em 1945, então professor na Universidade Federal de Viçosa, introduziu comercialmente o milho híbrido no Brasil, fruto do conhecimento em genética clássica. Foi o início do mercado de sementes. A entrada das empresas que dominam as tecnologias de engenharia genética nos anos 90 mudou a estrutura dos mercados e gerou ganhos de produtividade agrícola. A Embrapa posicionou-se estrategicamente, mantendo o cuidado com a genética clássica e, dentro do possível, com a fronteira do conhecimento biotecnológico. A biotecnologia precisa da genética tradicional. São parceiras, e não competidoras.

A história, até então, é de sucesso, a não ser por um problema. A semente vista como uma plataforma tecnológica contém tecnologias cuja propriedade pode ser compartilhada. Se hoje tratamos de poucos genes comerciais, em breve teremos dezenas de genes, de diferentes empresas, querendo pegar carona na semente. Como fazer para que o mercado de sementes funcione, com preços sinalizadores e com baixos custos de transação?

Atualmente o agricultor paga ao adquirir a semente na sua cooperativa ou na revenda de insumos agrícolas. Adicionalmente, assina um contrato de pagamento de royalties com a empresa detentora da tecnologia contida no gene. Caso o agricultor não tenha utilizado aquela semente, em tese não deve se preocupar, pois o gene não será detectado nos controles realizados durante a fase de comercialização. Caso o agricultor não pague, tendo utilizado a tecnologia, ficará sujeito às penalidades legais.

A cobrança pela tecnologia é desejável e tem amparo legal, gerando incentivos para os investimentos em melhoramento genético. Porém existem fragilidades impostas pelo sistema atual que não devem ser negligenciadas. Os agricultores desgostam do mecanismo e contestam o direito de cobrança por uma das tecnologias comercializadas, levando suas entidades de representação setorial a recorrer à Justiça, que deverá dar a última palavra a respeito dos direitos sobre os royalties recolhidos.

Gerou-se uma condição de hostilidade entre a empresa detentora da tecnologia e o seu cliente final. É um caso de relação beligerante entre duas partes que, em tese, deveriam cooperar para gerar valor. Tal condição não tem chance de perdurar sem altos custos. Algo como um casamento que se mantém por obrigação, e não por afeto.

O modelo atual resolveu o problema da empresa detentora, mas não resolveu o estado de conflito com os agricultores. A solução não é adequada para o futuro do mercado de sementes. A solução virá com o diálogo e com o desenho de arranjos que restaurem a relação negociada entre agricultores e as empresas de sementes. Arranjos que permitam transparência no preço pago.

(English) Reallocation of property rights in agro-food systems: addressing diffuse stakeholders’ rights

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Article published in Journal on Chain and Network Science 2012; 12(1): 1-12
Autor: Decio Zylbersztajn
Esta publicação está disponível apenas em inglês

Quebras Contratuais e Dispersão de Sentenças

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Publicado na Revista de Direito GV – São Paulo – 7(1) | P. 155-176 | JAN-JUN 2011
Autores: Christiane Leles Rezende e Decio Zylbersztajn
Resumo: O problema que motivou um estudo, o qual deu origem a Este artigo, foram as quebras contratuais por parte Dos produtores rurais geradas pela expressiva alta dos Preços da soja e as consequentes disputas judiciais. Foram realizadas análises descritiva e econométrica Utilizando 161 apelações do tribunal de justiça de Goiás, e uma pesquisa quantitativa com 70 produtores Rurais. O estudo considera a hipótese de que a Instabilidade gerada a partir das decisões judiciais Eleva os custos de transação e afeta as decisões dos Agentes privados. Foi constatada larga dispersão entre Decisões de primeira e segunda instâncias, bem como Entre câmaras cíveis do tj. Os agentes econômicos Relataram que as alterações nas estratégias de Suprimento foram centradas no aumento da exigência De garantias e redução do número de contratos. O Conceito de função social do contrato está associado à Elevação da instabilidade. Decorreram maiores custos De transação, bem como a adoção de sanções Econômicas por parte dos agentes privados.

 

Poder de Mercado Poder de Contrato Envolvendo Integrados Cooperados e Não Cooperados: percepções na cadeia de frango

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Artigo publicado na revista – Informações Econômicas, SP, v. 41, n. 7, jul. 2011.
Autores: José Paulo de Souza e Decio Zylbersztajn

PERCEPÇÃO SOBRE ATRIBUTOS DE SUSTENTABILIDADE EM UM VAREJO SUPERMERCADISTA

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Artigo publicado em revista acadêmica – RAE – São Paulo – v. 51 – n. 6 – nov/dez. 2011 – 542-552
Autores:  Christiano França Cunha, Eduardo Eugênio Spers e Decio Zylbersztajn
Resumo: Os selos e certificados são uma resposta do varejo à necessidade dos consumidores de maior monitoramento da qualidade e segurança dos alimentos. Existem diversos tipos de selos encontrados no varejo; alguns são específicos para o atributo relacionado à origem do produto e outros, ainda, atestam diversas características intrínsecas e extrínsecas. Entre os selos dos produtos comercializados por uma rede supermercadista no Brasil, está o Garantia de Origem (GO). Para avaliar a percepção dos consumidores, entrevistaram-se 120 clientes em supermercados na região de Campinas e Piracicaba/SP, que tivessem produtos GO. Foram identificados, por meio de análise fatorial, quatro dimensões relevantes: segurança alimentar; qualidade intrínseca do produto; sistema de produção diferente e verificação do governo. Já em relação aos atributos sustentabilidade e origem, valores como prestígio, credibilidade e respeito foram considerados relevantes. O artigo apresenta contribuições nos campos metodológico e teórico, auxiliando a melhor compreensão dessas percepções dos consumidores sobre esses atributos.

 

Papel dos Contratos na Coordenação Agro-Industrial: um olhar além dos mercados

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Artigo Publicado em Revista Acadêmica – RER, Rio de Janeiro, vol. 43, nº 03, p. 385-420, julho/set 2005 – Impressa em setembro 2005
Autor: Decio Zylbersztajn
Resumo: O presente ensaio parte da pergunta da razão explicativa para o limitado uso do enfoque contratual para o estudo das firmas na Economia Agrícola no Brasil. Discute a relevância dos contratos para o avanço da teoria da firma, apresenta uma evolução dos enfoques aplicados ao estudo da coordenação de sistemas agroindustriais no Brasil e em centros internacionais e finaliza apresentando uma agenda de pesquisa e ensino para a Economia Aplicada em geral e Economia Agrícola em particular

 

Organização Ética: um Ensaio sobre Comportamento e Estrutura das Organizações

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Artigo Publicado em Revista Acadêmica – RAC, v. 6, n. 2, Maio/Ago. 2002: 123-143
Autor: Decio Zylbersztajn
RESUMO: O presente ensaio discute o tema da ética nas organizações sob a ótica da Nova Economia Institucional. Ao lado de destacar a importância do comportamento ético e da responsabilidade social para as organizações, o estudo indica que as prescrições, com base na atitude benigna dos agentes, pode induzir problemas para as organizações em um ambiente concorrencial. O estudo explora a questão da sustentatibilidade da atitude ética e da necessária criação de mecanismos organizacionais para a sua implementação. O estudo analisa o conflito entre acionistas e stakeholders, discute os códigos de ética nas organizações e o papel do Estado como redutor de custos de transação.

 

O Papel Público e Privado na Percepção do Consumidor sobre a Segurança dos Alimentos

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Artigo Publicado em Revista Academica – Impulso, Piracicaba, 15(36): 45-57, 2004.
Eduardo Eugênio Spers, Decio Zylbersztajn e Cláudio Antônio Pinheiro Machado Filho
Resumo: Assegurar a qualidade dos alimentos é um crescente objetivo de governos, companhias e agentes de padronização e certificação do comércio internacional. Seus esforços são direcionados a influenciar a percepção do consumidor quanto aos muitos atributos de um produto alimentar, com cuidado particular em relação aos vinculados com a segurança. A garantia da qualidade está ganhando proeminência, porque seus atributos estão sendo melhor monitorados por governantes, consumidores e companhias. Essa melhor avaliação sugere o aparecimento de garantias de qualidade voluntárias proporcionadas por companhias e de maior regulação pelo governo. Os instrumentos públicos e privados têm sido analisados separadamente na literatura sobre regulação e marketing. O objetivo geral deste trabalho foi realizar uma revisão teórica do papel desempenhado por cada um na percepção de segurança do consumidor. São sugeridas ações públicas e privadas que podem elevar a percepção de qualidade do consumidor no que se refere a possíveis riscos associados aos alimentos. O estudo das estratégias privadas e políticas públicas pode ser útil para induzir ações de regulação e comunicação que gerem uma melhor transparência e confiança do mercado.

IMPLEMENTAÇÃO DE ESTRATÉGIAS E GOVERNANÇA: ESTUDO DE MÚLTIPLAS FIRMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS NO BRASIL

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Artigo publicado na Revista Alcance – UNIVALI – Vol. 14 – n.1 p. 89 – 111 – Jan / Abr 2007
Autores: Dr. Matheus Kfouri Marino e Decio Zylbersztajn
RESUMO: O presente artigo identifica as principais variáveis críticas de sucesso para a implementação de estratégias e desenvolve uma análise empírica do sistema de distribuição de defensivos agrícolas no Brasil. O referencial teórico empregado inova ao trazer as abordagens da Economia das Organizações, na vertente da Economia dos Custos de Transação (ECT), para a análise de um problema de governança corporativa, complementando as tradicionais abordagens de Management. O artigo identificou como variáveis críticas de sucesso: i) a presença de gestão contratada em organizações complexas; ii) a existência de mecanismos de adaptação do processo de implementação de estratégias; iii) a existência de salvaguardas contratuais em função da necessidade de investimentos em ativos específicos; iv) a existência de salvaguardas contratuais em função das incertezas do ambiente de negócio. A pesquisa empírica desenvolveu-se por meio de um survey, que analisou o processo de implementação de estratégias em 32 canais de distribuição de defensivos agrícolas no Brasil. Como resultados, com exceção da restrição ao resíduo do tomador de decisão para empresas não complexas, todas as variáveis críticas de sucesso, identificadas na revisão teórica, apresentaram relação direta e positiva com a performance do processo de implementação de estratégias. A variável gestão contratada não apresentou significância estatística.

Falta de Garantias e Falhas de Coordenação: evidências do sistema agroindustrial da carne bovina

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Artigo publicado em revista acadêmica – RESR, Piracicaba-SP, Vol. 50, Nº 2, p. 223-242, Abr/Jun 2012 – Impressa em Maio de 2012
Autores: Silvia Morales de Queiroz Caleman e Decio Zylbersztajn
Resumo: O papel das instituições formais e informais na economia das organizações é tradicionalmente analisado em termos dos mecanismos eficientes de governança que minimizam os custos de transação. Baseada numa perspectiva inversa, a presente pesquisa foca nas falhas de coordenação e no problema da falta de garantias nas transações econômicas. Especificamente, examina-se o conjunto de garantias que suportam a transação entre pecuaristas e a indústria frigorífica em Mato Grosso do Sul com foco nas ineficiências do processo de comercialização de gado para abate. Para a compreensão das falhas de coordenação, propõe‑se um constructo teórico baseado em Barzel (1997), que relaciona direitos de propriedade, garantias e instituições. Esse modelo é testado empiricamente por meio do desenvolvimento de duas regressões logísticas múltiplas: i) modelo logit ordenado baseado na percepção de risco dos pecuaristas e ii) modelo probit bivariado recursivo baseado na percepção de risco dos pecuaristas e no papel das ações coletivas. Os resultados apontam para a importância das instituições formais e das ações coletivas como mecanismos geradores de garantias para a transação e, consequentemente, para a minimização dos custos de transação.

 

Failures in incentive transmission along Brazil’s quality beef chain

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Artigo Publicado no Journal on Chain and Network Science 2011; 11(3): 251-262
Autores: Silvia Morales de Queiroz Caleman e Decio Zylbersztajn
Esta publicação está disponível apenas em inglês

 

Explaining Agro-Industrial Contract Breaches: The Case of Brazilian Tomatoes Processing Industry

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Artigo publicado em Revista Acadêmica – RER, Rio de Janeiro, vol. 45, nº 04, p. 899-920, out/dez 2007 – Impressa em novembro 2007.
Autores: Decio Zylbersztajn e Lygia B. Nadalini
Resumo: Trezentos pequenos produtores de tomate no Nordeste do Brasil supriam uma indústria processadora. Em face do grande número de quebras contratuais, a indústria decidiu mudar-se para o Centro Oeste e operar com um número menor de contratos com empresários rurais de maior porte. Segundo a indústria, sua decisão foi motivada pelos altos custos de transação resultantes dos fracos mecanismos institucionais de proteção aos contratos. Os produtores, por outro lado, culparam a indústria pelo abuso na depreciação do preço pago pelo produto, com base na avaliação da sua qualidade. O estudo apresenta uma análise da arquitetura dos contratos e testa hipóteses com base na Economia dos Custos de Transação, explicativas das quebras contratuais. Um painel com 1523 observações foi utilizado e os resultados indicaram a significância de variáveis associadas aos incentivos para a quebra contratual por parte dos agricultores.

 

PIC/AGROCERES:TECNOLOGIA EM GENÉTICA DE SUÍNOS

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Estudo de Caso 1996
Autor: Decio Zylbertsztajn
RESUMO: O estudo de caso enfoca a associação entre uma empresa brasileira e uma inglesa visando à introdução da tecnologia de produção de suínos híbridos no Brasil. A associação teve sucesso e ao mesmo tempo enfrenta grandes desafios. Do lado positivo, a “joint venture” abriu o mercado para o novo produto e vem tendo grande expansão na participação no mercado de matrizes reprodutoras. Ao mesmo tempo outras empresas vêm entrando no mercado ameaçando a posição hegemônica. O melhoramento genético de suínos tem encontrado algumas limitações, em que a busca de animais com menores teores de gordura esbarra na sua capacidade reprodutiva. O estudo mostra como a associação entre empresas pode ter sucesso, a partir do domínio de competências específicas. As relações contratuais inicialmente estabelecidas estão chocando-se com mudanças no ambiente econômico. Há um claro litígio no que diz respeito à expansão da ação da PIC/Agroceres nos mercados latino-americanos.

 

Estabilidade e difusão de arranjos verticais de produção:

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Artigo Publicado na Revista de Economia e Sociedade, Campinas, v. 11, n. 2 (19), p. 329-346, jul./dez. 2002.
Autores: Decio Zylbersztajn e Antonio Carlos Lima Nogueira
Resumo: O objetivo deste estudo é contribuir para o desenvolvimento teórico da coordenação vertical em sistemas produtivos, elaborando o conceito de “estabilidade e difusão de arranjos contratuais”. Considerando o paradigma do alinhamento eficiente das características da transação com o arranjo contratual, espera-se que os arranjos mais eficientes difundam-se e substituam aqueles menos eficientes. Esse processo pode ser descrito por uma curva logística ao longo do tempo, com potencial aplicação na elaboração de alianças estratégicas em cadeias agroalimentares. A coexistência de arranjos contratuais alternativos é um enigma para a literatura que se baseia no alinhamento eficiente e pode ser explicada por: (1) situações de desequilíbrio, (2) barreiras para a adoção do arranjo contratual novo e superior devido à existência de rotinas não replicáveis e (3) efeitos do ambiente institucional no nível de adoção de determinado arranjo. O conceito é exemplificado na indústria avícola brasileira, explorando-se sua utilidade para o estudo de estratégias cooperativas em cadeias agroalimentares e sugerindo estudos empíricos posteriores.

Escassez de Água e Mudança Institucional: Análise da Regulação dos

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Artigo apresentado no ENPAD 2007 e publicado na RAC-Eletrônica, v. 1, n. 1, art. 3, p. 31-46, Jan./Abr. 2007
Autores: Roberto Fava Scare Decio Zylberzstajn
RESUMO: A crescente demanda por recursos hídricos gera conflitos cada vez mais freqüentes entre usuários. Apesar de privilegiado, o Brasil possui distribuição interna desigual. Tais diferenças são fontes de disputas, que alteram a percepção da escassez e do valor do bem. Desta forma, o governo federal, e os estados brasileiros têm buscado reorganizar as instituições e redefinir direitos de propriedade sobre o uso da água. Contudo, esse processo é homogêneo? Este estudo tem por objetivo identificar a influência da escassez de água dos estados brasileiros na taxa de mudança institucional. Para tanto, comparam-se dados dos estados, relacionando as variações da disponibilidade hídrica per capita com o momento de proposição da lei estadual por meio de uma regressão linear simples. Demonstra-se a existência do relacionamento proposto. Em estados em que a disputa pelo recurso hídrico é menor, menor é a tendência de os governos estruturarem sistemas amplos e complexos de gestão, seja regulando temas específicos, seja incentivando a formação de comitês de bacias. Entende-se que a contribuição fundamental do estudo para a literatura das organizações está em verificar a relação existente entre a escassez dos recursos e a mudança institucional no sentido de estimular o seu uso racional.

 

Contracts and incentives in Quality Beef Chain: analyzing organizational

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Artigo apresentado no 48º SOBER – Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural – Campo Grande, 25 a 28 de julho de 2010.
Resumo Coordenação é um fator determinante para a competitividade do agronegócio. No entanto, o Sistema Agroindustrial da Carne Bovina é tradicionalmente relacionado a uma baixa taxa de contratação formal quando comparado a outros sistemas produtivos. Esta pesquisa busca identificar as razões desse fenômeno (Por que isso acontece? As estruturas de incentivos são suficientes para promover a cooperação entre produção e indústria frigorífica? Qual o papel das instituições e das estruturas de incentivos?). Especificamente, esse artigo objetiva investigar as falhas de coordenação nos “Programas de Qualidade” coordenados pela indústria frigorífica. O tema é tratado com base em dois construtos teóricos: i) Teoria do Agente Principal; ii) Economia dos Custos de Transação. Propõe-se um modelo de estrutura de incentivos para a produção de carne bovina de qualidade considerando os investimentos específicos realizados pelos produtores rurais e indústria frigorífica. Além dos investimentos específicos, analisa-se o papel desempenhado pelas instituições em prol da redução das falhas organizacionais. Apresenta-se um modelo matemático e um modelo estratégico para o qual se aplica teoria dos jogos como ferramenta de análise. Qualidade é tratada a partir de uma abordagem multidimensional, desde que diferentes atributos são considerados. O modelo teórico é posteriormente validado em um múltiplo estudo de caso que estuda dois “Programas de Qualidade”. Os resultados apontam que a complexidade de se desenhar estruturas de incentivos eficientes tornam a sustentação dos referidos “Programas de Qualidade” uma tarefa árdua. O papel das instituições, representado pelos contratos formais e pela coordenação horizontal, é um aspecto relevante a se considerar quando da prevenção das falhas organizacionais.
Autores: Silvia Morales de Queiroz Caleman e Dcezio Zylbersztajn
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CUSTOs DE ABERTURA DE EMPRESAS E QUALIDADE DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS: UMA ANÁLISE CRÍTICA

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Artigo Publicado Revista Acadêmica – RAM, REV. ADM. MACKENZIE, V. 11, N. 5 -SÃO PAULO/SP – SET./OUT. 2010 • p. 151-161
Autor: Decio Zylbersztajn
RESUMO: Custos de transação referem-se aos custos de proteger direitos de propriedade, e as instituições são desenhadas de modo a controlar os custos de transação na sociedade. Alguns estudos têm sido desenvolvidos para medir custos de transação tanto no nível macro como no microeconômico. Custos de abertura de empresas são utilizados como uma proxy para avaliar o ambiente de negócios, a qual é interpretada por alguns como uma medida de custos de transação. Este artigo apresenta novos elementos que ampliam o potencial de pesquisa sobre ambiente de negócios, ressaltando duas limitações existentes na literatura, a saber: a análise de transações complexas e a complementariedade entre custos ex ante e custos ex post, ambos relacionados com a metodologia adotada para medir custos de abertura de empresas.
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DINÂMICA DE GOVERNANÇA DE REDES: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DE FORMAS COMPLEXAS

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Artigo Publicado na REAd – Edição 65 Vol 16 N° 1 janeiro-abril 2010.
Autores: Décio Zylbersztajn e Elizabeth Maria Mercier Querido Farina
RESUMO: O foco deste artigo é a arquitetura de formas complexas de governança, especificamente, a arquitetura de redes. Uma rede é uma forma complexa de organização desenhada para governar transações inter-firmas envolvendo coordenação horizontal e vertical. A escolha do agente entre vários arranjos institucionais é afetada por investimentos específicos, mecanismos distributivos e aspectos dinâmicos baseados em mecanismos contratuais relacionais, sendo a confiança uma variável relevante. Este artigo investiga como os níveis horizontal e vertical de coordenação são conectados. Reconhece-se que os incentivos de preços são importantes, e introduz-se o efeito de externalidades de rede que também oferecem incentivos. O artigo apresenta um modelo semi-formalizado que considera a existência de externalidades de rede e aplica uma abordagem de jogo para explicar a escolha entre estratégias alternativas. O modelo conceitual é aplicado a dois casos de arquitetura de redes nas relações agroindustriais.
Esta publicação está disponível apenas em inglês

Direitos de Propriedade, Investimentos e Conflitos de Terra no Brasil: uma análise da experiência paranaense

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Artigo Publicado na Revista Acadêmica RESR, Piracicaba, SP, vol. 48, nº 03, p. 705-748, jul/set 2010 – Impressa em outubro 2010
Autores: Viviam Ester de Souza Nascimento, Maria Sylvia Macchione Saes e Decio Zylbersztajn
Resumo: O objetivo desta pesquisa foi investigar um tipo específico de conflito fundiário, referente ao processo de invasões de terras (ocupações) realizadas por organizações de movimentos sociais no Brasil. No atual conflito, as invasões tornaram-se o principal instrumento de “pressão” sobre os governos para a execução da reforma agrária. Por outro lado, os produtores rurais questionam a legalidade das invasões e pleiteiam o cumprimento imediato dos mandados de reintegração de posse. Tendo como marco institucional a MP 2027-38/2000 (conhecida como lei “antiinvasão”), mais o relatório de invasões da Federação de Agricultura do Estado do Paraná (Faep), foi desenvolvida uma pesquisa empírica junto aos produtores rurais das principais áreas de conflito, compreendendo as invasões de terra entre 2000 e 2006. Com base na Nova Economia Institucional e nos resultados da literatura empírica sobre direitos de propriedade, a presente pesquisa analisou a relação entre as variáveis “tempo de invasão” (proxy para a insegurança do direito de propriedade) e o “nível de produtividade da terra” (proxy para investimento), comparando diferentes grupos de produtores e sua produtividade antes e depois da invasão. Os resultados descritivos apontaram importantes efeitos sobre as decisões de investimentos dos produtores e uma complexidade maior entre a relação das variáveis analisadas.

 

Determinants of retailers’ decisions to use public or private grades and standards: Evidence from the fresh produce market of São Paulo, Brazil

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Artigo Publicado no Food Policy 30 (2005) 334–353
Autores: Denise Y. Mainville, Decio Zylbersztajn, Elizabeth M.M.Q. Farina e Thomas Reardon
Esta publicação está disponível apenas em inglês